VÍDEO: Filhote de búfalo rejeitada pela mãe é adotada por outra fêmea em safari de SP

  • 10/05/2026
(Foto: Reprodução)
Filhote de búfalo rejeitada pela mãe é adotada por outra fêmea em safari de SP Às vésperas do Dia das Mães, uma filhote de búfalo rejeitada pela mãe biológica encontrou acolhimento de outra fêmea do rebanho no Simba Safari, em São Paulo. A filhote, chamada Catarina, nasceu em 7 de abril, durante um período em que o safari registrou o nascimento de oito búfalos em apenas um mês. Segundo o parque, pouco depois do parto, a mãe biológica não acolheu a recém-nascida — situação que pode ocorrer, principalmente entre fêmeas de primeira gestação. Diante da rejeição, Catarina foi encaminhada ao hospital veterinário do Zoológico de São Paulo, onde recebeu alimentação adequada, acompanhamento clínico e cuidados intensivos até poder retornar ao convívio do grupo. A estratégia adotada pela equipe técnica aproveitou uma característica comum entre búfalas: o cuidado coletivo dos filhotes. A espécie é conhecida pelos fortes laços sociais e pela possibilidade de compartilhamento da amamentação e da proteção entre diferentes fêmeas do rebanho. Catarina, nasceu em 7 de abril, e foi rejeitada pela mãe. Graças aos veterinários, conseguiu uma mãe adotiva no Safari de São Paulo. Divulgação/Simba-Safari Com o nascimento recente de outro bezerro no Simba Safari, os profissionais promoveram a aproximação entre Catarina e uma nova mãe. Segundo o parque, a aceitação foi imediata. Assim que foram colocadas juntas, a filhote começou a mamar e passou a ser cuidada pela búfala adotiva. Atualmente, Catarina vive ao lado da nova mãe no habitat dos búfalos, junto aos demais filhotes e adultos do grupo. A expectativa é que ela continue sendo amamentada entre seis e nove meses, período em que também começará a introdução de alimentos sólidos. Cuidados humanos O caso de Catarina também evidencia o trabalho das equipes técnicas em instituições de conservação sob cuidados humanos. Segundo o Simba Safari e o Zoológico de São Paulo, em situações de rejeição, abandono ou impossibilidade de cuidado materno, veterinários, biólogos e tratadores assumem funções essenciais para garantir a sobrevivência dos filhotes. Os recém-nascidos recebem acompanhamento constante desde os primeiros dias de vida. Em alguns casos, os profissionais ficam responsáveis pela alimentação, aquecimento e socialização dos animais até que eles possam retornar ao convívio com outros indivíduos. Catarina, nasceu em 7 de abril, e foi rejeitada pela mãe. Graças aos veterinários, conseguiu uma mãe adotiva no Safari de São Paulo. Divulgação Um dos exemplos citados pelas instituições é o de um filhote de carneiro-da-barbária, também conhecido como aoudad, criado sob cuidados humanos após o nascimento. Segundo os tratadores, o animal passou a reconhecer a profissional responsável pela mamadeira diária e a segui-la pelo recinto. Outro caso envolve filhotes de cisne-negro, cujos ovos são abandonados pelos pais. Após a incubação e a eclosão, eles permanecem em ambientes com controle de temperatura que reproduzem as condições do ninho. Depois, são transferidos para espaços adaptados, onde aprendem a nadar antes de serem introduzidos ao lago com os adultos.

FONTE: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2026/05/10/video-filhote-de-bufalo-rejeitada-pela-mae-e-adotada-por-outra-femea-em-safari-de-sp.ghtml


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