Grupo de Legendários de Manaus não consegue sair de Dubai após conflito no Oriente Médio
02/03/2026
(Foto: Reprodução) Brasileiros do movimento Legendários ficam retidos em Dubai após início do conflito no Ori
Um grupo com cerca de 30 integrantes do movimento Legendários, de Manaus, está impossibilitado de sair de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, depois que voos foram cancelados após o aeroporto da cidade ser atingido por destroços de um drone interceptado durante o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, neste fim de semana.
Os amazonenses foram até o país participar do evento "Top Dubai", uma expedição no deserto realizada entre os dias 25 e 28 de fevereiro com integrantes do Legendários de diferentes partes do mundo. A viagem de volta estava prevista para a partir do domingo (1º), mas foi interrompida pela suspensão das operações aeroportuárias.
Em publicação nas redes sociais, o coordenador do movimento Legendário no Amazonas, Leno Gomes, afirma que todos os participantes estão bem e permanecem em segurança nos hotéis, aguardando a reabertura do aeroporto e novas orientações das companhias aéreas.
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"Estamos bem, estamos seguros aqui, estou no quarto de hotel, acabei de chegar (...) Estava com passagens já marcadas para amanhã e não podemos ir, ninguém entra, ninguém sai. Espaço aéreo está fechado até segunda ordem, mas estamos aqui e estamos bem".
Nesta segunda-feira (2), o aeroporto de Dubai amanheceu fechado e vazio, mas o governo local informou que operações de pouso e decolagem foram parcialmente retomadas. A gestora de aeroportos de Dubai anunciou que os voos serão retomados "de forma limitada" e recomendou que passageiros se dirijam aos locais apenas quando contatados pela companhia aérea.
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Grupo de legendários no deserto em Dubai
Divulgação
Guerra EUA e Israel x Irã
Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã de sábado (28), o que deflagrou uma guerra entre os três países. Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas.
Os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros membros de alto escalão da cúpula militar e de governo iraniano. Ao todo, 555 pessoas foram mortas desde o início dos ataques ao país, afirmou a organização humanitária Crescente Vermelho do Irã em atualização nesta segunda-feira (2).
Em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, o Irã disparou mísseis contra o território israelense e contra bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Essa troca de ataques continua desde então, com bombardeios diários contra Israel e Irã, sendo presenciados em outros países da região.
Os EUA informaram no domingo que três militares do país foram mortos desde o início da guerra, e Trump prometeu "vingá-los".
"Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe. Mas os Estados Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização", afirmou o presidente dos EUA no domingo.
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