Amado Batista na lista suja do trabalho escravo: defesa nega resgate de trabalhadores e diz que irregularidades foram corrigidas
07/04/2026
(Foto: Reprodução) Amado Batista
Divulgação
Após o nome do cantor Amado Batista ser incluído na lista suja do trabalho escravo, o advogado dele, Mauricio Carvalho, informou ao g1 que não houve resgate de trabalhadores e que as irregularidades apontadas nas duas propriedades, localizadas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia, foram "corrigidas". A lista com o nome do artista foi atualizada na segunda-feira (6) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
"Não houve resgate de nenhum trabalhador nas propriedades. Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente!", afirmou o advogado.
Segundo o Governo Federal, 14 funcionários teriam sido submetidos a condições análogas à escravidão, sendo quatro no Sítio Esperança e 10 no Sítio Recanto da Mata, ambas as fazendas estão situadas na BR-060, zona rural da cidade.